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Mensagem por Solaria O. Magnum em Sex Fev 10, 2017 3:20 pm



Pequena Flor da Morte
Filha de Nyx 5 anos Devota de Thanatos
Eu havia aprendido recentemente que a Morte poderia ser mais implacável do que os mortais supunham, mas por algum motivo eu achava que, bem no fundo, havia alguma humanidade ali. Já estava morando com ele a alguns dias e estava sendo até bem tratada, mesmo que houvesse aprendido a não esperar demonstrações de afeto ou sorrisos da divindade.
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Solaria O. Magnum

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Re: Templates

Mensagem por Solaria O. Magnum em Sex Fev 10, 2017 4:19 pm



Pequeno Lírio Branco
Fada Princesa Nível 5 Avatar de Bahamut
Eu não conseguia acreditar que aquele pequeno garoto havia causado a morte de minha prima e alguma coisa me dizia que ele era, de fato, inocente. Seja lá o que me fizesse acreditar em sua inocência, eu sabia o que deveria fazer e não tinha medo da fúria de minha tia por fazer aquilo. No Salão do Trono, diante de vários nobres, me movi com calma até onde o garoto havia sido obrigado a se ajoelhar e toquei ele no ombro com a mão destra, antes de oferecer a canhota para ajudar ele a se levantar. O simbolo de Bahamut estava preso em minha túnica e emitia uma luz suave prateada - o que significava que minhas palavras traziam consigo o julgamento do deus da justiça e dos dragões.

Levante-se, criança, você não é culpado desse crime. Majestade, não vale a pena continuar com isso. Liberte-o e deixe-me levar ele daqui. — Pude ver o ódio no fundo dos olhos da rainha por minha audácia em me intrometer no julgamento e ainda defender alguém que ela acreditava ser o culpado pela morte da filha.

É claro que ele é culpado! Quem mais seria? Quem pensas que é para se intrometer? — A mulher bravejou, falando alto e sua voz reverberando no salão. Houveram algumas risadas no salão e me mantive firme, olhando-a séria.

Controle sua língua, rainha das fadas. Não é superior a Bahamut e, se ele diz que a criança é inocente, ele é inocente. Agora vou lhe dizer o que vai acontecer se não libertar essa criança agora e se por em seu lugar. — As pessoas olharam para mim surpresas com a "afronta" a rainha a minha frente, mas estava ignorando totalmente os olhares delas, me concentrando naquela mulher. Sabia que, no momento, era impossível mentir no salão devido a uma magia que Ragnar havia lançado antes do julgamento se iniciar. E via que ele secretamente apoiava minha ação. — Bahamut não está nem um pouco satisfeito com sua conduta, tampouco os dragões, e a única razão para não terem tirado totalmente o apoio daqui foi um pedido meu. Sarah não está mais feliz com sua arrogância do que o deus dragão e também está pensando seriamente se não deveria renegar as fadas e tirar todos os poderes arcanos de vocês. Eu posso decidir pedir a Bahamut para retirar todo e qualquer apoio dado a vocês e, uma vez que eles parem de ajudar vocês, Sarah irá tirar os poderes de vocês e as fadas ficarão fracas. Tens muitos inimigos e assim que eles descobrirem, e eles vão descobrir, o reino será atacado e destruído. Tem certeza que quer me confrontar?

O simbolo sagrado emitia uma luz mais forte. Havia uma ameaça fria em minha voz, sutilmente confirmada pelo simbolo sagrado. Os risos haviam cessado, as pessoas olhavam para mim em um misto de medo e preocupação. Outras olhavam para a rainha. Nunca haviam visto alguém falando daquela forma com a rainha, porém também nunca haviam achado que ela enfrentaria um avatar daquela forma.

Isso não pode ser verdade. — Ela falou após alguns segundos, hesitante.

Não? Ragnar, avise aos outros para prepararem as coisas, partiremos ainda hoje. — Falei para o sacerdote responsável pelo tempo de Bahamut ali e ele se curvou.

Estaremos prontos em breve, senhora. — E se dirigiu as portas duplas do salão, ignorando totalmente o olhar catatônico da rainha. Ela havia se esquecido quem ali realmente detinha o controle. Antes que ele saísse, um sorriso cruel surgiu em meus lábios.

Ragnar, se não for pedir demais de você, peça a algum acolito para avisar ao Templo de Sarah. Creio que eles desejam estar fora daqui quando tudo acontecer. — Ouvi um "tudo bem" por parte do homem antes dele se retirar do ambiente e então uma voz me chamou a atenção e me voltei para olhar a criança.

Por favor, não faça isso. Pelo menos em nome da Hiori, ela amava seu povo e não quero que eu seja o motivo da queda dele. — Falou enquanto seus olhos frios iam até a rainha e continuava. Ele tinha minha total atenção ao falar e eu olhava-o com alguma gentileza no olhar, ao invés da crueldade e frieza que direcionava a minha tia. — Apesar de sermos conhecidos como os amantes, não esqueça que somos também assassinos natos, se eu quisesse a morte dela, não haveria provas.

Com um suspiro fraco, a criança andou até ficar de frente para mim. Meus olhos o analisavam e avaliavam com cuidado e até admiração. Me olhando, vi aquela coisinha se ajoelhando em minha frente antes das palavras virem e me senti realmente incomodada por ele se ajoelhar diante de mim. Não me sentia superior a ele ou digna de alguém se ajoelhar.

Eu não esqueço minhas dívidas e nem meus devedores. Devo-te dois favores, o que quiser irei cumprir.

Se levante, querido. Não precisa se ajoelhar na minha frente, certo? Agora, quanto aos favores... Com o tempo acharemos algo em que possa me pagar. Vamos sair daqui e cuidarei de você até pensarmos em algo. Se você quiser, é claro. — Minha voz expressava calma e delicadeza, além de uma profunda gentileza e uma preocupação com bem estar dele que as pessoas dificilmente dirigiriam a um incubus. Aguardei ele se levantar para ir até as portas, esperando que ele estivesse me acompanhando. Os guardas abriram as portas e sai do lugar.

Nos corredores até meu quarto, a maioria dos empregados que por nós passavam sempre me chamavam de senhorita Sayuri e se curvavam levemente, porém alguns faziam reverencias maiores e me chamavam de alteza. Detestava ser chamada daquele modo, principalmente agora que havia confrontado a rainha para salvar a vida daquele garoto. No quarto, terminei de arrumar as malas que Makenshi havia começado a arrumar do jeito dele e então partimos. Enquanto eu terminava as coisas, o dragãozinho de platina ficou tentando animar e distrair o jovem com luzes brilhantes.
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